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Portugal
Porto, que na época romana era chamado de Portus Cale, é a cidade que deu origem ao nome de Portugal. Foi a capital do Condado Portucalense, de onde o país se formou e é, também, a “capital sentimental” do vinho que leva seu nome. Os Vinhos do Porto são feitos e armazenados, em sua grande maioria, em Vila Nova de Gaia, à margem sul do Douro.
Localizada no norte de Portugal, a cidade é conhecida mundialmente pelo seu vinho, por sua arquitetura antiga e contemporânea e por seu Centro Histórico, classificado como Patrimônio Mundial pela UNESCO. O Porto tem grande importância histórica no comércio europeu de vinhos desde a época da guerra anglo-francesa do século XVII.
O sucesso dos Porto deve-se muito aos ingleses, que sempre apreciaram abundantemente esta bebida. Nos primórdios de sua fabricação, os vinhos do Porto eram secos e adstringentes e, da mesma forma que fizeram com os vinhos Madeira, os portugueses passaram a adicionar aguardente vínica (brandy ou cognac) na finalização dos vinhos antes de serem enviados para Londres.
Existem relatos de que o vinho do Porto como conhecemos hoje nasceu em 1678, quando um abade da cidade de Lamego passou a fortificar os vinhos da região. Interrompendo o processo de fermentação e aumentando a doçura natural das bebidas feitas com uvas ultra maduras, o religioso criou exemplares capazes de envelhecer e melhorar com o tempo.
Nos cinquenta anos que se seguiram depois dessa criação, o estilo se tornou tão popular que a grande procura por vinhos do Porto gerou imitações e falsificações absurdas pelo mundo, como a adição de suco de sabugueiro a vinhos completamente insípidos, a fim de conseguir chegar perto da cor e do sabor do verdadeiro Porto. Em 1756 foram estabelecidas regras para a produção destes vinhos que, embora possam ser bem distintos uns dos outros, tem características e processos de produção bem definidos.
Basicamente, os vários tipos de vinho do Porto podem ser divididos em dois grandes grupos: os rubies, mais escuros e frutados e os tawnies, mais “aloirados” e envelhecidos.
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Localizada no norte de Portugal, a cidade é conhecida mundialmente pelo seu vinho, por sua arquitetura antiga e contemporânea e por seu Centro Histórico, classificado como Patrimônio Mundial pela UNESCO. O Porto tem grande importância histórica no comércio europeu de vinhos desde a época da guerra anglo-francesa do século XVII.
O sucesso dos Porto deve-se muito aos ingleses, que sempre apreciaram abundantemente esta bebida. Nos primórdios de sua fabricação, os vinhos do Porto eram secos e adstringentes e, da mesma forma que fizeram com os vinhos Madeira, os portugueses passaram a adicionar aguardente vínica (brandy ou cognac) na finalização dos vinhos antes de serem enviados para Londres.
Existem relatos de que o vinho do Porto como conhecemos hoje nasceu em 1678, quando um abade da cidade de Lamego passou a fortificar os vinhos da região. Interrompendo o processo de fermentação e aumentando a doçura natural das bebidas feitas com uvas ultra maduras, o religioso criou exemplares capazes de envelhecer e melhorar com o tempo.
Nos cinquenta anos que se seguiram depois dessa criação, o estilo se tornou tão popular que a grande procura por vinhos do Porto gerou imitações e falsificações absurdas pelo mundo, como a adição de suco de sabugueiro a vinhos completamente insípidos, a fim de conseguir chegar perto da cor e do sabor do verdadeiro Porto. Em 1756 foram estabelecidas regras para a produção destes vinhos que, embora possam ser bem distintos uns dos outros, tem características e processos de produção bem definidos.
Basicamente, os vários tipos de vinho do Porto podem ser divididos em dois grandes grupos: os rubies, mais escuros e frutados e os tawnies, mais “aloirados” e envelhecidos.
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