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Vinhos Pontuados

Tema complexo e um pouco subjetivo, a pontuação dos vinhos reúne diferentes critérios de avaliação e inúmeras variantes envolvidas, tais como a sensibilidade, as características gustativas e olfativas de cada crítico, a coloração do vinho, a origem da uva, as particularidades de cada região vinícola, entre outros.

Contudo, cada vinho possui sua própria singularidade, que precisa ser organizada por “categorias”, a fim de facilitar a procura do consumidor que apresenta dúvidas sobre o produto. Neste momento, é importante entender o papel do crítico que avalia tais vinhos e do sistema de pontuação empregado, já que estes auxiliam o comprador na busca pelo vinho “ideal”, levando em conta determinadas características e peculiaridades.

Neste segmento, existem alguns nomes que são mundialmente famosos por pontuar e avaliar vinhos e, graças a este reconhecimento, as opiniões servem como “guia” para apreciadores comuns e que buscam encontrar o vinho perfeito para cada ocasião.

Nos dias de hoje, dois nomes merecem destaque quando o assunto se refere a pontuação de vinhos: Robert Parker e Jancis Robinson. Trata-se de dois críticos e enólogos que são sinônimos de credibilidade, onde suas opiniões são levadas como garantia de qualidade, servindo de “guias” para milhares de pessoas ao redor do globo.

A prestigiada Jancis Robinson avalia os vinhos dos mais variados países ao redor do mundo, com base em um sistema de nota que pode chegar até os 20 pontos. Já Robert Parker desenvolveu seu próprio sistema de avaliação, com notas que podem atingir até os 100 pontos – sistema esse que é utilizado também por outros críticos.

Os vinhos provados por Robert Parker começam a ser avaliados a partir dos 50 pontos, ou seja, esta é a base mínima para a pontuação. Em seguida, é acrescentado até cinco (5) pontos para o visual, 20 para o paladar, 15 para o olfato e 10 para a capacidade de envelhecimento do exemplar. Todo vinho avaliado por Robert Parker já possui alguma relevância.

De acordo com este sistema de pontuação estabelecido por Robert Parker, as pontuações são divididas da seguinte maneira: entre 50 e 59 pontos estão os vinhos inaceitáveis e com grandes falhas; entre 60 e 69 pontos encontram-se os exemplares com grandes falhas e que não são recomendados; entre 70 e 79 pontos estão os vinhos com falhas aceitáveis; entre 80 e 84 pontos estão os vinhos acima da média e bons; entre 85 e 90 pontos encontram-se os vinhos bons e/ou muito bons; entre 90 e 94 pontos estão os vinhos acima da média e superiores; por fim, entre 95 e 100 pontos estão os vinhos clássicos ou referências no mercado.

Contudo, é importante informar que as avaliações de um vinho, apesar de todos os critérios técnicos e credibilidade dos enólogos, não deixa de possuir uma subjetividade formada a partir do gosto pessoal de cada um.

Dessa maneira, o critério de pontuação visa avaliar a qualidade e a produção de cada exemplar, tornando-se desnecessária tornar-se “refém” de vinhos que possuem apenas altas pontuações – o vinho perfeito é aquele que realmente agrada cada um, independente da avaliação, nota ou preço.