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Destaques do Novo Mundo

Muito se fala sobre vinhos do Velho e do Novo Mundo, mas o que estas duas expressões significam? Os exemplares do Velho Mundo são produzidos, basicamente, na Europa, em países que ao longo da história se tornaram ícones na vinicultura, como França, Itália e Portugal. Já os vinhos do Novo Mundo são representados pelos países mais “jovens”, que entraram no mundo do vinho mais recentemente, como a Argentina, Austrália, Nova Zelândia, Brasil, África do Sul, entre outros.

Os vinhos do Novo Mundo estão conquistando cada vez mais sua posição de destaque no universo vinícola, possuindo um estilo mais flexível do que os elaborados no Velho Mundo – que prezam, acima de tudo, pela tradição.

Para que as uvas cultivadas no Novo Mundo atinjam a qualidade excepcional que possuem na Europa, os produtores necessitam da tecnologia como aliada. A agricultura moderna facilitou a vinicultura destes países do Novo Mundo, onde as práticas são mais flexíveis pois não se baseiam totalmente na cultura de cada região.

A Argentina é um dos mais importantes países que formam o Novo Mundo. Trata-se da região vinícola mais prestigiada de toda a América do Sul, com mais de 200 mil hectares de vinhedos. Cerca de 25% da produção total do país é exportada para o Velho Mundo – demonstrando a importância da Argentina no mundo dos vinhos.

Um dos destaques da Argentina é a vinícola Kaiken, situada no coração de Mendoza. Comandada atualmente pelo enólogo Aurélio Montes de Campos, a bodega já elaborou alguns dos melhores e mais premiados vinhos de toda a Argentina – exemplares que exibem o melhor dos dois lados dos Andes.

Além da Argentina, a África do Sul é outro país de destaque entre o Novo Mundo. Nos últimos anos, o país elaborou vinhos cheios de personalidade, que conquistaram amantes e críticos ao redor do globo. As vinhas sul-africanas estão cultivadas com êxito há séculos, onde seus rótulos combinam toda elegância e riqueza presente nos vinhos do Novo Mundo. Robertson Winery é uma tradicional vinícola deste país - famosa pelas baixas temperaturas. A ampla gama de vinhos desta bodega inclui ótimos varietais com excelente relação qualidade e preço.

Apesar das diferenças nítidas que ainda existem entre os vinhos do Velho e do Novo Mundo, cada vez mais está ocorrendo uma espécie de “intercâmbio” entre estes dois mundos, visando sempre aumentar a qualidade dos exemplares produzidos para agradar aos consumidores. Além disso, é impossível definir qual dos dois produz vinhos melhores e sim afirmar que cada um dá origem a vinhos diferentes e que merecem ser experimentados.