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Best Buys

O que faz a diferença entre uma boa e uma má safra? Vinhos de mil dólares são 10 vezes melhores do que os vinhos de cem? Até que ponto o nome do vinho garante sua qualidade? O que é melhor: Barolo ou Barbaresco?

Às vezes, o mundo do vinho pode parecer complicado para quem ainda não tem muita intimidade com ele, mas de alguns anos para cá, muito já foi feito para desmistificar o vinho e deixá-lo mais próximo ao dia a dia das pessoas. Uma das mudanças recentes foi o sistema de pontos criado pelo renomado crítico de vinhos Robert Parker (que avalia os vinhos de 50 a 100 pontos). Outra crítica que tem suas opiniões e pontuações levadas como garantia de qualidade e são consideradas como guia para apreciadores comuns é a britânica Jancis Robinson (atribuindo no máximo 20 pontos aos vinhos que avalia).

Publicações especializadas no assunto também avaliam e servem de baliza para consumidores do mundo todo. As revistas Wine Enthusiast e Wine Spectator são as mais reconhecidas e consideradas e fazem, regularmente, suas listas de “Best Buys”, ou seja, dos melhores vinhos para se comprar levando em consideração o preço e a pontuação que cada exemplar já recebeu.

O “selo” Best Buy identifica verdadeiros tesouros com uma relação elevada entre qualidade e preço – ou custo/benefício como preferem alguns. São vinhos que realmente valem à pena e estão, estatisticamente, entre os 7% escolhidos dos mais de 20 mil vinhos analisados por quem entende do assunto.

Os Best Buy são, na prática, grandes achados. São vinhos que, independente da variedade e das regiões, refletem sempre o melhor dos seus terroir, processos e uvas, sejam eles do Velho Mundo ou do Novo Mundo.

A Vinci deu um passo além e já selecionou para você alguns dos Best Buys que constam no nosso portifólio. São vinhos como o italiano Chianti DOCG 2014 de Piccini, os argentinos de Kaiken e os chilenos da Errazuriz. Você ainda encontra o espanhol Lagar de Robla Premium 2008 (com 91 pontos de Robert Parker) da vinícola Vinos de Arganza, e ainda os portugueses da Caves São João e os franceses de Château Sainte Marie.