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Ogier

Um dos mais tradicionais produtores do Rhône, Ogier elabora vinhos deliciosos há mais de 150 anos. O produtor passou por uma pequena revolução qualitativa nos últimos anos e segundo Robert Parker, “os vinhos de Ogier estão cada vez melhores. Após o trabalho sério da maison em Clos de L’Oratoire, a qualidade de todos os vinhos tem aumentado muito. Ogier mostrou um verdadeiro ‘toque de Midas’ ao selecionar parcelas de excelente qualidade”.

Localizado no coração de Châteauneuf du Pape, Ogier desfruta de um ambiente único, tornando-se um dos grandes nomes do sul do Vale do Rhône. A devoção do produtor à região é tão profunda ao ponto de ser criado um autêntico manifesto, no qual se lê: “O Vale do Rhône nos dá diariamente ferramentas para expressar o nosso know-how graças a seus fantásticos terroirs. Selamos um compromisso para respeitá-los e protegê-los”.

Esta máxima orienta os princípios de Ogier na produção de alguns dos vinhos mais premiados da denominação Châteauneuf du Pape. Os vinhedos da propriedade estão espalhados ao longo de vários pequenos vales e com a incidência solar, os solos da região permitem que as uvas mantenham excelentes níveis de maturação para dar origem a vinhos complexos e de grande porte, apreciados por diversos paladares ao redor do mundo.

Como resultado disso, seus vinhos são todos talhados com uvas de vinhedos próprios convertidos, a partir de 2006, à viticultura orgânica segundo as normas francesas, o que garante uma pureza de fruta e um frescor inigualável. Outro trunfo de Ogier é a cave de envelhecimento de seus vinhos em Châteauneuf du Pape, com resquícios da Idade Média e condições perfeitas de temperatura e umidade para o estágio dos vinhos tintos em carvalho.

Com uvas Syrah plantadas em solo de granito e xisto e uma maturação de 12 meses em grandes tonéis – de 6 a 8 mil litros de capacidade – conhecidos como foudres, o vinho tinto Saint Joseph Duc de Caderousse mostra aromas delicados de fruta vermelha e baunilha, além de um palato macio.

Já Crozes-Hermitage Comte de Raybois é um Syrah de solo de origem aluvial com 6 meses de estágio em carvalho, resultando num vinho tinto encorpado, cheio de fruta e especiarias. Ainda do norte do Rhône, o Côte Rotie Cardinal St. Ange exibe um estilo mais complexo e elegante.

Na nobre denominação de Châteauneuf du Pape, o Reine Jeanne, um corte de Grenache, Syrah, Mourvèdre e Cinsault com até 12 meses de estágio nos tradicionais “foudres” é uma verdadeira pechincha. Trata-se de um vinho marcante, repleto de fruta e especiarias e com um toque de baunilha, taninos finos e um final persistente.

Por sua vez, o Gigondas Duc de Mayreuil é um vinho muito aromático e concentrado. A Ogier elabora ainda um rosé exuberante, o Tavel Etamines, que revela uma complexidade rara de se encontrar nesse tipo de vinho, e um saboroso vinho branco.

Simplesmente todos os Côtes du Rhône de Ogier merecem o selo de excelente relação qualidade/preço do guia Bettane & Desseauve. Cada um dos vinhos de Ogier é muito fiel às respectivas denominações e uma mostra irrepreensível da diversidade e incrível qualidade que impera nessa tradicional região francesa.