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Domaine Gayda

A jornalista Jancis Robinson é uma grande admiradora da região francesa de Languedoc-Roussillon, “um dos melhores segredos do mundo do vinho”. O Domaine Gayda é um de seus produtores favoritos desta prestigiada região, responsável por algumas das maiores pechinchas entre os vinhos da França.

O Domaine Gayda foi criado por três sócios: um francês, um sul-africano e um inglês, que adotaram o modelo de algumas das melhores vinícolas da África do Sul. Trata-se de uma vinícola que combina a viticultura de precisão com modernas técnicas, bem como uma atenção redobrada aos detalhes, que chegam ao ponto de um perfeccionismo extremo, como por exemplo, a seleção bago a bago das uvas que entram na produção de cada vinho.

O Flying Solo é uma saborosa combinação das uvas Grenache e Syrah, repleto de notas frutadas, enquanto o Gayda Syrah mereceu nada menos do que 17/20 pontos de Jancis, que elogiou o frescor e a estrutura do vinho tinto, “bastante distinto da maioria dos vinhos da região”.

A linha Figure Libre é composta por vinhos “incrivelmente ambiciosos”, segundo o guia Bettane & Desseauve. Trata-se de exemplares produzidos sem intervencionismos, de maneira totalmente natural e espontânea possível.

O Chemim de Moscou, por sua vez, é um dos grandes vinhos do sul da França, eleito como o melhor IGT de todo o país pelo concurso “International Wine Challenge”. Este vinho combina o terroir de La Livinière em Minervois – famoso desde a época de Roma – com algumas das melhores parcelas de Languedoc-Roussillon. O resultado desta combinação 68% de Syrah, 24% de Grenache e 8% de Cinsault é um vinho de muito carisma, denso e cheio de camadas, mas dotado de uma elegância invejável.

Os vinhos brancos e rosés produzidos em Domaine Gayda são também saborosos e convidativos, com destaque para o Macabeo, que combina notas de mel com aromas minerais – em um livro-texto dos melhores vinhos elaborados com esta casta.