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Château Clos René (Pomerol)

Château Clos René é uma das propriedades mais antigas da região de Pomerol, que remonta desde meados do século XVIII. No ano de sua criação, em 1734, seu nome era Renéy e o castelo original retratado na etiqueta dos exemplares foi construído em 1880.

Em algum período de 1940, a propriedade foi controlada por Pierre Lasserre, que na época era encarregado de administrar a vinícola para a família Durantou, onde se tornaria o Château Léglise Clinet. Nos dias de hoje, a propriedade pertence tanto a família Garde quanto a família Lasserre. Clos René foi um dos últimos produtores em Pomerol que produzia sua própria garrafa.

No começo do século XX, a vinícola entregava seus vinhos em barris para que outros negociantes fizessem o engarrafamento – uma prática considerada comum na época. Em 1970, esta prática era quase que inexistente, porém, Clos René não começou a engarrafar seu próprio vinho até meados deste ano.

Formada por 12 hectares, as vinhas de Clos René estão cultivadas ao sul de Lalande de Pomerol, onde cerca de 70% das videiras são plantadas com a uva Merlot, 20% com a Cabernet Franc e 10% com a Malbec. Apesar da uva Malbec compor apenas 10% dos vinhedos, a propriedade possui uma das maiores plantações de Pomerol com esta variedade.

Os solos desta região são compostos, principalmente, por cascalho e areia, bem como alguns depósitos também de ferro. A vinha é cultivada com uma densidade de 5.500 videiras por hectare e são mantidas, em média, com pelo menos 35 anos de idade.

Para a produção do vinho Clos René, o exemplar é vinificado em tradicionais cubas de cimento com a temperatura controlada. Em seguida, acontece a fermentação malolática e os vinhos são envelhecidos, em média, 18 meses em barris novos de carvalho francês. Existe também um “segundo” vinho da casa, o Moulinet-Lasserre, produzido, em média, 5 mil garrafas a cada safra.