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Bodega Noemía

Por seus vinhos excepcionais, de incrível personalidade, esta extraordinária bodega da Patagônia rapidamente se tornou objeto de culto de apreciadores pelo mundo afora. Elaboram apenas quatro vinhos de minúscula produção, entre os mais ricos, sofisticados e disputados vinhos da América do Sul.

O Vale do Rio Negro tornou-se um paraíso natural para o cultivo de videiras, graças ao clima seco e a umidade máxima de 30%, evitando o surgimento de possíveis doenças. Na época de maturação, observa-se uma temperatura média de 28ºC durante o dia e 9ºC à noite, possibilitando que as uvas adquiram características únicas e marcantes.

A Condessa Noemi Marone Cinzano e o enólogo Hans Vinding-Diers descobriram um vinhedo antigo e extraordinário de apenas 3.000 parreiras – plantado em 1930 com vinhas velhas de Malbec em “pé franco”, sem enxerto.

Com uma produtividade minúscula, de menos de uma garrafa por videira, e uma qualidade impressionante, nasceu o maravilhoso Noemía Malbec, verdadeiro ícone. Para a Decanter, que lhe confere as máximas cinco estrelas, trata-se de um vinho tinto que lembra um Grand Cru da Borgonha. A Wine Spectator lhe concede 95 pontos, exclamando: “Uau! Realmente impressionante”. Apenas 4.126 garrafas são produzidas para o mundo todo.

Os outros vinhos da casa são elaborados com uvas de vinhedos distintos, com excelente qualidade e baixa produção. O rico e estiloso vinho J. Alberto é elaborado com um corte de antigas vinhas de Malbec (95%) e de Merlot (5%), de um vinhedo plantado em 1955 e com produção limitada.

O delicioso A Lisa, também é um corte de Malbec (91%) com um pouco de Merlot (9%), uvas provenientes de três vinhedos antigos. São todos vinhos de grande reconhecimento pela imprensa especializada.