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Vinhos por país

Melhores Vinhos por país

A Vinci seleciona sempre os melhores produtores de cada país, para que você encontre sempre os mais conceituados e premiados vinhos do mundo em nosso catálogo.

Faça uma verdadeira viagem pelo globo através de nossos vinhos e descubra as diferenças e peculiaridades de cada país. Para nós, não importa qual é o país que mais produz vinhos no mundo, mas quem produz os melhores vinhos do mundo.

Rótulos de vinhos do mundo todo

São mais de 1000 rótulos de vinhos de 15 países diferentes e mais de 100 vinícolas exclusivas do mais alto nível que você só encontra aqui.

Tratamos com o máximo respeito e carinho nossos vinhos, pois sabemos que cada terroir, cada região e cada país tem uma história que faz seus vinhos serem o que são.

A história do vinho

O vinho é tão antigo quanto a civilização ocidental e sua produção é milenar, muito anterior à escrita, por exemplo. Já nos primeiros textos da humanidade o vinho já é citado em tábuas de argila escritas pelos sumérios, que contam uma história semelhante à do dilúvio cristão.

Nela, Gilgamesh, o Nóe sumério, teria pago os trabalhadores que construíram sua arca com cerveja e vinho. Já o Noé da Bíblia, plantou uvas e produziu vinhos, para comemorar seu sucesso depois do dilúvio.

O vinho também tem uma importante participação na mitologia grega e em lendas persas. Depois, como sabemos, Jesus fez seu primeiro milagre transformando agua em vinho.

É provável que os fenícios, povo comerciante originário de onde hoje é o Líbano, tenham levado a bebida até a Grécia, onde ganhou enorme importância – Dionísio, o deus grego do vinho era o próprio filho de Zeus.

A Roma e o vinho: uma história antiga

Em Roma, o deus do vinho era Baco e o vinho era a bebida cotidiana destes dois povos, que espalharam videiras pela região do Mediterrâneo, até a Espanha. No sul da Itália, chamado de Magna Grécia na antiguidade, a produção de vinhos prosperou tanto que o nome Enótria (terra do vinho) foi também usado para nomear a região.

Quando os romanos conquistaram a Magna Grécia e depois a Grécia e todos os países do Mediterrâneo, levaram o vinho e plantaram videiras. Incentivaram também os povos bárbaros a plantar videiras e a produzir vinhos, deixando de lado a vida nômade e adotando o estilo de vida romano.

Foi na época do Império Romano que começaram os estudos mais sérios sobre uvas, suas plantações e métodos de produção dos vinhos que, junto da azeitona e seus derivados, formavam a base da alimentação das civilizações da antiguidade ocidental.

O começo da produção de vinhos

A produção de vinhos ganhou força na Europa ao longo da Idade Média e alguns mosteiros começaram a ser reconhecidos e valorizados como os melhores vinhedos, já que possuíam as melhores videiras e terras do velho continente.

Quando chegou ao Novo Mundo – Américas, Oceania e África do Sul – os vinhos foram ganhando identidade própria e ganhou ainda mais força à medida que novas levas de imigrantes europeus chegavam aos vinhedos, nos séculos XIX e XX.

Já em meados do século XX, tais vinhos começaram a ser mais respeitados internacionalmente, principalmente após a famosa Degustacao de Paris de 1976, quando os vinhos californianos surpreenderam ao mundo. Logo em seguida, Uruguai, África do Sul, Austrália, Nova Zelândia, Chile e Argentina, entre outros países, entraram de vez para a lista de melhores produtores do mundo.

Muitas regiões da Europa também surgiram ou se reestabeleceram como produtoras vinícolas, voltando a entregar ótimos exemplares.